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Investindo com inteligência: Como maximizar lucro na Renda Fixa

Sempre tive a impressão que grandes bancos querem empurrar produtos pouco rentáveis para nós e muito lucrativos para eles. Não são apenas os micos dos Títulos de Capitalização, mas também fundos com taxas de administração abusivas. Suspeito que os gerentes têm cotas mensais para vender esses micos, pois vivem ligando para oferecer.

Assistindo a palestra do Cerbasi na Expo Money, lembro dele falando que atingiu seu primeiro milhão fazendo decisões inteligentes sobre seus investimentos.

Uma das decisões que tomei foi não aceitar taxas de administração abusivas cobradas pelos bancos. A motivação para escrever este desabafo é para mostrar como o brasileiro é desinformado, deixando os grandes bancos roubarem suas economias.

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Margem de segurança de Graham aplicada ao Brasil

Existem algumas formas de abordar o conceito de margem de segurança. A primeira delas se baseia na diferença entre o valor intrínseco e o preço da ação no mercado. Nas palavras do próprio Buffet, “Preço é o que você paga, valor é o que você tem”.

Benjamin Graham finaliza o livro “O Investidor Inteligente” mostrando uma perspectiva diferente deste conceito, fazendo uma comparação entre o poder de lucro da empresa e o rendimento de um investimento em títulos do governo.

Para chegarmos na margem de segurança, precisamos antes entender o conceito de poder de lucro.
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PIBB11 uma alternativa para diversificar

O PIBB11 é um fundo de investimentos com cara de ação. Ele pode ser comprado na BOVESPA através do seu Home Broker da mesma maneira que você compra uma ação normal.

Esse “papel’ é uma ótima alternativa de diversificação pois esse fundo é representado pelo IBrX-50, um indicador que simula uma carteira com 50 empresas altamente líquidas e ponderadas pelo seu valor de mercado.

Qual a vantagem do PIBB11 para um fundo de ações normal?

O PIBB11 tem uma taxa de administração super baixa, algo em torno de 0.059% do patrimônio ao ano. Já um fundo de ação em um banco normal tem, em média, 4% de taxa.

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Entenda a recompra de ações

As ações da bolsa brasileira ficaram tão baratas que dezenas de empresas lançaram planos de recompra dos próprios papéis. Para os acionistas das empresas, essa é uma excelente notícia!

Nesses programas, as empresas costumam fixar um prazo para recomprar uma quantidade de ações no mercado. A Vale, por exemplo, aprovou um plano de recompra de aproximadamente R$ 5,6 bilhões, com prazo de 360 dias para execução.

As empresas que anunciaram tais planos provavelmente tem caixa em excesso, o que mostra uma situação financeira confortável para enfrentar a crise. Outro fator importante é que essas empresas consideram suas ações sub-precificadas (ninguém melhor do que a própria empresa para conhecer seu valor).
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Diversificar ou não diversificar, eis a questão

Diversifique!Um assunto que é muito discutido entre os investidores é a diversificação de sua carteira. Nesse post quero tratar especificamente da diversificação em ações.

Warren Buffet, o maior investidor do mundo, tem como uma de suas estratégias a não diversificação. Ele diz que você precisa conhecer a fundo as empresas que investe, e ao manter uma carteira com muitas empresas, você é incapaz de realmente acompanhá-las e seguir seus passos.

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Jovens, vamos comemorar a crise!

Jovem leitor, deveríamos comemorar este momento! Não existe melhor período para uma crise do que no começo de nossas vidas de investidor. Temos muito tempo para transformar esses prejuízos temporários em lucros enormes, ainda mais se soubermos aproveitar as promoções do mercado para comprar empresas subvalorizadas nos próximos meses.

Vejo pessoas contaminadas pelas notícias do mercado, perdendo o sono e ficando desesperadas. No fim, acabam esquecendo do óbvio: crises são as melhores oportunidades de compra.

Não sou o único a comemorar a crise, muitos investidores esperaram pacientemente por este momento. Aquele que não separou uma reserva para investir na crise, deve estar sofrendo. Pior é quem investiu dinheiro que vai precisar no curto prazo e terá que realizar esse enorme prejuízo.

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Vai começar a investir agora? Leia esse post primeiro


Uma das maiores dificuldades para conseguir um investimento de sucesso é traçar uma estratégia. E mais difícil do que traçá-la é segui-la.

Qualquer investidor, por mais iniciante que seja, precisa ter em mente um plano, uma regra, uma estratégia de investimento que deve ser seguida ao longo do tempo.

Vou comentar nesse post alguns parâmetros que sigo para traçar a minha.

O primeiro de todos: Quanto de risco você está disposto a correr?

Essa pergunta é básica e todo o investidor deve fazer uma auto-análise para ver o quanto de risco está disposto a correr.

Quanto maior o risco, maior o lucro (ou prejuízo).

Eu me considero um investidor de risco médio-alto. Mantenho em minha carteira de ações 70% em blue ships (empresas grandes e consolidadas como Petrobrás e Vale) e 30% em small caps (empresas pequenas e com boas chances de crescimento como Mangels e Confab) e dinheiro especulativo (apostas para o curto-prazo).

Qual o tempo que você vai deixar o seu dinheiro investido?

Uma regra que você tem que ter clara é por quanto tempo seu dinheiro ficará aplicado. Você planeja comprar um carro ou um apartamento? É um dinheiro que só vai ser usado na aposentadoria? Vai usá-lo para pagar sua viagem de formatura? Vai pagar uma pós-graduação?

Após fixado o prazo, aloque sua carteira de acordo com o tempo que ela ficará investida. Quanto menos tempo, menor deve ser a parcela em investimentos de risco como ações.

Minha carteira é para longo prazo, algo em torno de 10 anos. Levando em conta o risco que quero correr (médio-alto) e o prazo vou ficar investido, divido minha carteira da sequinte maneira: 40% em renda fixa, 30% em multimecados e 30% em ações.

Que tipo de análise você seguirá?

Existem dois tipos de análise para a compra e venda de ações: a fundamentalista e a técnica. Estude as duas profundamente e veja qual tem mais o seu perfil. Ambas têm suas vantagens e desvantagens, mas nenhuma é 100% certa ou 100% errada.

Eu, como um investidor de longo prazo, optei pela análise fundamentalista. Gosto de escolher minhas empresas pelo que elas realmente são. Antes de comprar qualquer ação, analiso seu valor intrínseco, suas projeções, a perspectiva do setor, etc.

Utilizo a analise técnica apenas para ver se é uma boa hora para compra. Sempre dou uma olhada no gráfico, vejo seu IFR (índice de força relativa), sua tendência. Mas em nenhum momento uso essa análise escolher a empresa que vou investir, apenas para achar uma possível hora para entrar

Após a compra, acompanhe as notícias e relatórios da empresa

Depois de adquirir ações de uma empresa, não jogue-as no limbo. Acompanhe sempre o que ela está fazendo, as aquisições, as reestruturações. É um costume trabalhoso.

Uma vez a cada quinze dias dê uma procurada por notícias das suas empresas, leia o que a mídia está falando dela. Você pode usar esse site para procurar www.google.com/news.

Mantenha uma disciplina e siga o seu plano

Esse é o item mais difícil. Após traçar sua estratégia de investimento, siga ela a risca. Com toda a certeza do mundo, você passará por crises na bolsa. É nessa hora que um investidor fraco se distingui de um investidor de sucesso. É muito difícil manter a disciplina quando você comeca a perder dinheiro.

Sempre que ficar nervoso com as oscilações do merdado, reveja suas estratégias. Pensem no prazo que você fixou, nos ganhos acumulados desde que comecou a investir, leia esse post de como agir em épocas de crise, mantenha a cabeça fria.

O momento que estamos vivendo agora é um ótimo exemplo para testar a sua disciplina.

 

crédito da foto: http://www.more4kids.info/index.php?tag=saving-money

Como investir em épocas de crise?

Num momento delicado como o que estamos passando, a melhor estratégia para um investidor consciente é manter-se calmo e racional.

Todo investidor, por mais iniciante que seja, precisa seguir uma estratégia ao investir. Ele precisa ter claro em sua mente os prazos de seu investimento, o tipo de estudo que vai fazer para comprar ações (análise fundamentalista ou técnica), a alocação do dinheiro que vai para ações, renda fixa, multimerdados.

Em uma época como essa é que o investidor é testado. É na crise que sabemos se ele será capaz de investir conscientemente e seguir a estratégia traçada para seus investimentos.

Vou listar três simples fatos que podem tranqüilizar um o investidor.

Historicamente, a bolsa sempre sobre

Durante toda a vida da bolsa, houveram dezenas de crises, umas mais fortes que as outras, mas todas tiveram sua baixa recuperada após algum tempo.

Veja esse gráfico de 5 anos de bolsa. Em nenhum momento a bolsa parou de subir no longo prazo.

Seus R$0,60 na verdade valem R$1,00

Existem duas expressões comuns no mercado financeiro, o “valor de mercado” de uma empresa e o seu “valor intrínseco”.

O valor intrínseco nada mais é do que o valor que a empresa realmente vale, ou seja, o seu valor levando em conta o lucro, patrimônio liquido, perspectivas do setor, fluxo de caixa, etc.

O valor de mercado de uma empresa é o valor que o mercado de ações está dando para ela naquele instante. Esse valor é indicado pelo valor de sua ação.

Na bolsa, boa parte das empresas está com o seu valor de mercado menor do que seu valor intrínseco. Em uma época de crise como essa nada mais racional do que pensar no valor intrínseco da empresa em que você investe e deixar a euforia e nervosismo do mercado de lado.

A excelente chance de comprar papeis de boas empresas

Quando ocorre uma queda forte, uma ótima oportunidade para compra aparece. A premissa básica de qualquer investidor (e que o mega investidor Warren Buffet sempre cita) é “comprar na baixa e vender na alta”. Não existe conta mágica, é pura matemática.

Créditos das fotos: advfn e oscarbjarna

Encontrando as pechinchas do mercado: Value investing

Como já dizia o grande investidor Warren Buffet, “Preço é o que você paga, valor é o que você tem”.

Pense nessa frase e imagine que você possa comprar uma nota que vale R$ 1,00 por apenas R$ 0,60. Essa “metáfora” é utilizada freqüentemente para ilustrar o investimento em valor (value investing).

No mercado de ações, boa parte das empresas está com seu valor de mercado inferior ao valor intrínseco (“valor real” da empresa). Isso significa que você pode comprar boas empresas com grandes descontos.

Pela análise do Banco Safra divulgada hoje, poderíamos comprar ações da Usiminas hoje por R$ 62,95 (preço) quando na realidade elas valem R$ 103,50 (valor). Isso representa um desconto de 40%. O potencial de valorização pode ser melhorado ainda mais se pensarmos nas perspectivas de crescimento da empresa. Mas para este post, é o suficiente considerar que estamos pagando barato.

Com esse pensamento, é fácil entender o motivo pelo qual os investidores em valor dormem tranqüilo. Eles sabem que fizeram um bom negócio e não se preocupam com as crises, pois as utilizam como oportunidades de compras.

Não é apenas no mercado de ações que isso acontece. Revendedores de carros costumam pagar menos que o valor intrínseco do carro para conseguir uma margem de lucro maior. Pense agora no mercado imobiliário americano. O movimento de queda do mercado pela crise subprime está criando boas oportunidades para buscar desse desconto do valor intrínseco.

Como descobrir o valor intrínseco?

O valor intrínseco é encontrado através da análise fundamentalista com análise dos lucros, patrimônio líquido, fluxo de caixa descontado, perspectivas dos setores, entre outros fatores. A metodologia depende do modelo de valuation utilizado.

Para a maioria das pessoas, é suficiente acompanhar os relatórios e stock guides divulgados por grandes bancos e traçar uma média de valor intrínseco apenas para ter uma idéia da ordem de grandeza do “desconto” que estamos procurando.

Stock Guides abertos na internet:

» Banco Safra
» Elite Corretora

Como utilizar o investimento em valor para caçar pechinchas do mercado?

Como sempre dizemos, utilizar apenas um indicador é desaconselhável. Um bom desconto no preço de uma empresa pode embutir algum perigo judiciário ou má fase da empresa.
Não acredite sempre nos stock guides dos bancos. Nem sempre eles estão atualizados com o valor intrínseco justo e normalmente são ajustados trimestralmente e podem ficar defasados.

Recomendo a utilização desse indicador de “desconto” (100% – valor de mercado/valor intrínseco) apenas como um “filtro”. Uma utilização interessante seria restringir suas compras em papéis com descontos superiores a 40%, para minimizar os riscos. Nos próximos meses o mercado deve continuar em liquidação!

Compre barato e durma tranqüilo!

Pechincas do mercado de acordo com Stock Guide do Safra:
(lembre-se que um bom desconto nem sempre indica boa compra)

Empresa
Preço*
Valor*
Desconto*
Upside*
Petrobrás
R$ 35,16
R$ 55,13
36%
57%
Gerdau
R$ 31,50
R$ 48,32
35%
53%
Usiminas
R$ 64,25
R$ 103,50
38%
61%
Duratex
R$ 27,48
R$ 61,21
55%
123%
Ambev
R$ 89,50
R$ 166,50
46%
86%
1) Preço: Cotação em 29/07/2008
2) Valor: Stock Guide do Safra de 28/jul/2008
3) Desconto: (1 – Preço/Valor)
4) Upside: (Valor/Preço – 1)

Principais erros dos iniciantes da bolsa

Este post descreve alguns dos principais erros cometidos por iniciantes na bolsa. Para quem já sabe o que está fazendo, alguns dos itens podem não parecer um “erro”, mas sim uma estratégia de investimento.

1) Concentrar compras em um período curto de tempo

É muito comum ver iniciantes investindo grande reserva de dinheiro de uma vez só. Mas o mercado é imprevisível, não sabemos se estamos comprando antes de um período de grande queda.

Por esta razão, é interessante fazer compras em períodos espaçados para conseguir um preço médio justo. Boas oportunidades de compra surgem para aqueles que sabem aguardá-las.

2) Investir dinheiro que vai precisar no curto prazo

O movimento do mercado é imprevisível e irracional no curto prazo. Investir dinheiro comprometido, mesmo em uma excelente empresa sub-precificada, é uma péssima idéia. O mercado só passa a ser racional no longo prazo.

Muitos investem reservas financeiras em especulações de curto prazo e acabam vendendo as ações na baixa, exatamente quando precisam do dinheiro.

Para quem precisa do dinheiro no curto prazo, vale a pena investir em títulos públicos ou fundos de renda fixa. Caso opte pela primeira opção, procure casar o vencimento do título com a data em que vai precisar do dinheiro (se precisar do dinheiro em 1 ano, compre um título que vença em um ano).

3) Seguir carteiras mensais sugeridas por bancos

Bancos e corretoras costumam montar uma carteira concentradas com até 10 ativos e atualizam mensalmente. A idéia parece interessante, mas acaba sendo uma sacanagem com os investidores.

O grande problema é que o dinheiro gasto com corretagem e imposto de renda acabam corroendo o lucro (isso quando ele existe). Movimentar mensalmente a carteira dá muito trabalho, pois você pode acabar perdendo o incentivo de isenção de IR e precisa fazer cálculos mensais.

Nessa condição, o investidor acaba conseguindo rendimentos bem inferiores ao próprio Ibovespa. Quem fica rico, no final, são os bancos.

4) Comprar na alta e vender na baixa

Pode parecer óbvio que ninguém vai comprar na alta e vender na baixa. Mas quem segue a euforia o mercado, tem grandes chances de fazer isso.
Comprar quando todos estão comprando e vender no desespero quando todos estão vendendo, é seguir o mercado. E ao fazer isso, você pode perder muito dinheiro.

Buffet e outros grandes investidores ensinam que precisamos fazer o contrário. Comprar quando todos estão vendendo, e vender quando todos estão comprando (ou seja, comprar na baixa e vender na alta). Obviamente que as ações compradas precisam ser de empresas que se encaixam em sua estratégia.

5) Ficar 100% comprado em ações, sem reserva

Para investidores de longuíssimo prazo (20, 30 anos) pode até fazer sentido um posicionamento total em ações. Mas isso nunca deve ser feito.

O motivo é simples: Historicamente, o mercado sempre apresenta grandes quedas. Essas quedas são excelentes oportunidades de compra para quem possui reserva. Entre as últimas quedas estão:

  1. Nov/1998: Crise da Rússia;
  2. Dez/2000: Bolha da internet;
  3. Jan/2008: Sub-prime e recessão norte-americana.

Na bolha da internet, o índice Dow Jones caiu pela metade e o Nasdaq caiu para 1/3 de seu valor. Uma excelente oportunidade de compra para quem possuía reservas!

Graham propõe em sua obra The Intelligent Investor uma exposição entre 25% e 75% em ações e o restante em títulos. Quando mais precificado (“caro”) o mercado fica, menor a exposição em ações.

Nessa situação, sempre teremos uma reserva para comprar ações sub-precificadas após grandes quedas de mercado.

6) Misturar dinheiro especulativo com investimentos de longo prazo

É difícil ficar longe das especulações do dia-a-dia. O que não podemos fazer é confundir o dinheiro de longo prazo com o especulativo. Investimentos de curto prazo precisam ter objetivos bem definidos (tanto de lucros quanto de prejuízos).

Pessoas que não limitam a perda em especulação de curto prazo acabam deixando aquele prejuízo como um investimento de longo prazo. O problema é que na especulação, a empresa geralmente não é analisada em seus fundamentos e esse “investimento” desfundamentado acaba virando um pesadelo.

7) Seguir recomendações de blogs, fóruns e amigos

Suspeite de qualquer dica quente ou recomendação, mesmo que do seu melhor amigo. Afinal, quem vai amargurar o prejuízo é você. Mesmo aquelas “dicas quentes” que circulam nos bastidores do mercado financeiro podem ser perigosas, pois você pode ser o último e receber tal dica.

Isso é válido também para bancos, que às vezes recomendam empresas que nunca comprariam na mesma situação. Veja o caso Henry Blodget que recomendava, em nome do Merril Lynch, a compra de empresas que sabia ser um lixo.

O que eu considero muito perigoso são as recomendações que circulam na internet, fóruns e comunidades. Todos os dias eu vejo pessoas recomendando compra “micos” para iniciantes, que mal sabem que essas empresas não valem nada (a maioria delas está com patrimônio líquido negativo, ou seja, falida). Alguns exemplos: TELB4, TOYB4, WISA4, GAZO4, ESTR4, HOOT4.

Minha recomendação para quem está começando?

Leia muito! Relatórios, textos sobre grandes investidores, livros sobre análise fundamentalista, relatórios anuais das empresas. Em breve lançaremos a parte do blog com links para sites interessantes.

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